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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

A República Federal da Nigéria


 
A República Federal da Nigéria está localizada no continente africano e possui uma grande riqueza em recursos naturais. Essa nação possui o maior contingente populacional do continente. Debaixo do subsolo nigeriano existe uma enorme reserva de petróleo, no entanto, isso de nada favorece a população que enfrenta uma série de mazelas sociais. Muitas vezes, o dinheiro tem destinos ilícitos, como o desvio de verbas e a prática da corrupção, dessa forma, os habitantes não são beneficiados com a arrecadação da receita.

Informações gerais sobre a Nigéria:

Área: 923.768 km2.

Capital: Abuja.

Idioma: Inglês como oficial, além de outros praticados, como haussá, ibo e ioruba.


Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,423 (baixo).

Religião: 40% cristianismo, 50% Islamismo, 10% religiões diversas.

Moeda: Naira.


Lucas Fraife

Cultura do Quênia




O Quênia é um país megadiverso, cosmopolita, é por isso que não é difícil encontrar diversos grupos culturais, os diferentes grupos culturais em todo o país, distinguindo entre as principais cidades de pequenas aldeias. No que diz respeito à cultura, ressaltamos aqui a cultura Inglesa, especialmente na língua.
Os mais destacados da cultura do Quénia está escrito em Inglês, as suas maiores obras literárias e relatos históricos, enquanto o swahili também como com uma importante herança de património cultural deste país.

O Quênia é um país muito ocidentalizado, apesar disso, as tribos indígenas, as suas línguas, os costumes e a cultura são profundamente enraizados na sociedade deste país, entre essas tribos incluem os Maasai, os mais representativos. Esta tribo vive agora como há 1000 anos, alheio a todas as mudanças e evolução, sem dúvida, uma das civilizações mais impressionantes do mundo.

Outra cultura é a dos Luo, que está localizada na área do Lago Victoria, é uma tribo que vive da pesca e da agricultura e têm uma forte ligação com seus antepassados. Kalefin outras tribos que vivem no noroeste do país, os Kikuyus, ou Meru, foram as mais socializadas com as mudanças na sociedade.


Gustavo Guimarães


Ara Ketu


 

O Bloco-afro Ara Ketu ou Povo de Ketu fundado em 8 de março de 1989 por moradores do subúrbio ferroviário de Periperi de Salvador na Bahia foi um dos primeiros blocos a mudar de estilo musical saindo da estética afro para o ritmos mestiços como o Pagode e o Axé no ano de 1990. Teve seu grande auge na dácada de 90, com sucessos como as músicas pipoca, mal acostumado e sempre será. Hoje, o Ara Ketu é um grupo de reconhecimento mundial. Mas isso não traz acomodação. Pelo contrário, cada vez mais propõe novos desafios, revitalizando a tradição e levando a música negra para novas direções. Sem dúvidas, é uma marca afro de muita cultura, que faz a diferença na vida dos baianos e turistas que convivem com as expressões artísticas da banda, trazendo para nós um sentimento de alegria e orgulho em relação às nossas origens africanas.

Maria Eduarda Pagliarini e Victoria Brito – Grupo 4

Curiosidades da África


África

Curiosidades



O continente africano ocupa o segundo lugar em extensão no planeta

É o continente mais quente, tendo desertos abrasadores, densas florestas tropicais e extensas savanas cheias de vida.

Com culturas muito variadas, os habitantes vivem na sua maioria no campo, sendo cada vez mais os que vão para as cidades em busca de trabalho.

Este continente está ligado à Ásia e só um estreito o separa da Europa, o estreito de Gibraltar.

O Saara é o maior deserto do planeta e cobre quase um terço do continente africano onde se encontram as dunas mais altas do mundo.

Os diamantes amis valiosos provêm das minas de África do Sul, encontram-se enterrados em grande profundidade no subsolo.

O maior rio do mundo é o Nilo, com 6650 quilômetros de comprimento. Nasce simultaneamente em Uganda e na Tanzânia, atravessa Sudão e Egito e desemboca no Mar Mediterrâneo. Banha uma área total de 3 milhões 349 mil quilômetros quadrados, ou seja, uma décima parte da superfície total do continente africano.

Esse continente é muito extenso tem cerca de 30 milhões de km², cobrindo 20,3 % da área total da terra firme do planeta.

Os elefantes africanos, além de curiosos, batem o recorde de maior animal terrestre, com até 3,7 metros de altura e 7 toneladas! Cada elefante africano consome, diariamente, 150 kg de comida. Eles vivem em grupos, nas savanas da África, até 60 anos.

A África tornou-se um destino de turismo de intenso movimento, principalmente nas últimas décadas, quando a tendência do ecoturismo tornou-se mania internacional.

Dono de um folclore diversificado, de uma cultura formada por diversas etnias e por sua grande extensão que permite uma riqueza de natureza incomparável.

Celso Eduardo

Caçados


Caçados


Sinopse:
Uma família resolve viajar para África. Lá eles resolvem fazer um safári em uma reserva. Com isso viajam apenas os dois filhos e a madrasta deles, a nova esposa de seu pai. Porem o guia decide levá-los por um caminho alternativo. Eles param ao chegar a um Rio. Porem um grupo de leões os ataca e mata o guia. E apartir daí os leões passam a perseguir eles.
E a relação disso com a África é que o filme se passa em uma reserva natural da África e mostram os hábitos dos leões, animais muito conhecidos na África.


 João Victor Gonzalez 
 


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A economia do Brasil na época da escravidão



 A economia do Brasil na época da escravidão era baseada no sistema de plantations, onde todo lucro era mandado para Portugal, isso fazia Portugal se enriquecer facilmente.


A plantação da cana-de-açúcar foi a principal atividade durante os séculos XVI e XVII, época que foi conhecida como ciclo do açúcar,sendo zona da mata nordestina e o recôncavo baiano  os principais lugares dessa plantação.Por isso pode-se afirmar que a cana-de-açúcar marcou os 3 primeiros séculos da nossa colonização.
Nessa mesma época o açúcar brasileiro, alterou a dieta alimentar na Europa, esse produto passou a ser usada em larga escala, substituindo o mel.

O pacto colonial, inaugurado  no entanto, os artigos importados de Portugal estavam sujeitos à tarifa de16%, enquanto os procedentes de outros países pagavam 24% século XVII, já havia deslocado Portugal do seu papel monopolista na economia da época. No século XIX,a família real e a corte portuguesa vieram para o Brasil, os portos brasileiros foram abertos ao mundo inteiro.

Portugal necessitava de gente pra trabalhar nos engenhos de cana-de-açúcar,por isso traziam navio com muitos africano escravizados para trabalhar nos engenhos.

Os quilombos eram uma forma de fuga que os negros escravizados e índios praticaram, foi nos séculos XVIII e XIX,dos quais o que mais se destacou foi o quilombo dos Palmares que teve como seu principal chefe Zumbi dos Palmares, umas das lendas contra o racismo, que até hoje existe.


Obama no poder


 

No dia 5 de novembro 2008, os jornais do mundo dedicaram sua primeira página para um acontecimento visto como uma nova etapa da história dos Estados Unidos da América. Na noite anterior, um anúncio oficial que confirmava a vitória de Barack Hussein Obama de 47 anos, como 44º presidente eleito da nação mais influente do mundo contemporâneo. Para muitos, significou um impressionante leque de inflexões resumidos na palavra “mudança’’.
A eleição de Obama aponta para uma quebra de paradigmas frutos do preconceito não só da sociedade americana, mas do mundo em geral. Atualmente com tantas conquistas, o negro nunca foi tão bem reconhecido perante a sociedade.
Desta forma, esta minoria étnica na América, antes oprimida pela pobreza, violência, fome e tantos outros agora se encontra representada por um dos seus, que é considerado como o homem mais poderoso do cenário global atual, fruto da confiança da população americana outrora como exemplo de uma nação preconceituosa, que reconheceu a necessidade de mudança na política conservadora do país, e inspira as outras sociedades afro- descendentes mundiais a realizarem revoluções étnicas de magnitude ainda maior.  

 Vitor Senna 8ªG n º 34 grupo 4

Importancia dos museus


Importancia dos museus Afro-Brasileiros

Os museus de Salvador e de São Paulo  assim como nas casas do Benin e de Angola são muito importantes para a sociedade. Esses museus mostram artes da cultira afro que está inclusa na cultura brasileira. Vários descendentes de africanos que moram agira no Brasil executam essa arte para mostrar mais as pessoas que na África não tem apenas fome, mizeria e doenças. esses artistas expressam suas artes mostrando as belezas da África eretratando também as suas religiões que são diversas.
Um exemplo é o artista Carybé que sempre retrata a África através de pinturas e artes plásticas como é o caso dessa obra criado por ele.

A exposição apresenta fotos de pinturas, desenhos, esculturas, ilustrações e esboços que marcaram a arte brasileira do século XX e a trajetória deste artista que viveu parte de sua vida na cidade de São Salvador, Bahia. A arquitetura, o negro, as yalorixás, os orixás. A ele são creditadas as principais representações simbólicas e míticas do universo africano da Bahia, resultado de sua vivência e dedicação à terra que adotou. Carybé morreu no dia 2 de outubro de 1997, em Salvador.


Dia da Consciência negra


Dia da Consciência negra (20 de novembro)

A lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, incluiu o dia 20 de novembro no calendário escolar, data em que comemoramos o Dia Nacional da Consciência Negra. A mesma lei também tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. Nas escolas as aulas sobre os temas: História da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, propiciarão o resgate das contribuições dos povos negros nas áreas social, econômica e política ao longo da história do país.
Nas cidades do Rio de Janeiro em são paulo nesse dia fica sendo feriado; já em Salvador cidade que habita mais negros, costumes e etnias afro-brasileiras não tem feriado. O que vendo por esse lado é um absurdo pois pelo menos na primeira capital do Brasil poderia existir o feriado nesse dia. 

África: Continente foi o menos beneficiado com a globalização




África: Continente foi o menos beneficiado com a globalização




A África é hoje um continente pouco urbanizado, a alimentação se baseia predominantemente no extrativismo vegetal e na caça, e a população rural vive em habitações de barro e palha. Conservam-se tradições primitivas e, embora islamismo, catolicismo e protestantismo estejam presentes entre a população, o espírito de milhões de africanos é fortemente guiado pelo animismo.

Todos os países possuem graves problemas sociais básicos como alimentação, saúde, moradia e educação, a maioria sem perspectivas de solução a curto e médio prazos. O que a globalização tem a ver com o continente africano?

O processo de globalização que hoje domina o cenário da economia internacional caracteriza-se pelo investimento dos grandes capitais em países de economia emergente, onde a possibilidade de lucro mostra-se maior. No entanto, nem todas as economias nacionais são alvo de interesse por parte dos principais investidores.

Nesse contexto, encaixa-se a maior parte dos países africanos, que está à margem desse processo. Atualmente, o capital disponível para investimento tem como preferência a América Latina, os países do Leste Europeu e asiáticos. Isso é um problema para a África, pois, sem esse capital, dificilmente se desenvolverá, devido à precariedade estrutural em que se encontra. Do ponto de vista histórico, a vinculação africana ao mercado internacional foi desastrosa e desorganizadora da economia tribal, já que a relação dos países economicamente hegemônicos com o continente sempre foi exploradora e predatória. Durante o mercantilismo, o principal papel desempenhado pela África em relação ao mercado mundial foi o de fornecedor de mão-de-obra para o sistema escravocrata.

Na fase contemporânea da história, o interesse europeu volta-se para a expansão capitalista na forma de um neocolonialismo que submeterá o continente aos interesses exploratórios de recursos naturais e de mercado.

Quando o colonialismo termina, a independência pouco altera a situação da população, uma vez que a maior parte dos Estados Nacionais é opressora e perdulária, dominada seja por civis, seja por militares. Além disso, os constantes conflitos étnicos colaboram para agravar a situação, gerando gastos e instabilidade política que retardam ainda mais o desenvolvimento. Os efeitos de quase cinco séculos de exploração e estagnação justificam o isolamento africano. A defasagem de seu desenvolvimento social e econômico é imensa, inviabilizando sua inserção no processo de globalização.

É uma pena como um continente tão rico tanto em cultura quanto em recursos naturais esteja sofrendo com as conseqüências da inevitável globalização. Parte da culpa dessa situação está na população mundial que ainda vê a África como um lugar onde só há pobreza, doenças e miséria.

África





Que a África é um continente necessitado de todo tipo de ajuda, todos já sabemos, porém é preciso agir e ajudar essas pessoas. Existem muitas fundações de caridade que ajudam os países africanos em suas necessidades, portanto quem puder doar qualquer tipo de coisa que ajude, será um bom avanço para essa sociedade. Esperamos que esse vídeo façam vocês refletirem e se sensibilizarem. 


http://youtu.be/zhtXtWxQCZs



Victoria Brito e Natália Burgos

REI LEÃO


O REI LEÃO
   
 Sinopse:
 
O filme conta a história de Simba, um pequeno leãozinho que vive na África , é filho de Mufasa, o Rei Leão, e da rainha Sarabi. O recém-nascido recebe a bênção do sábio babuíno Rafiki mas, ao crescer, é envolvido nas artimanhas de seu tio Scar, o invejoso e maldoso irmão de Mufasa, que planeja livrar-se do sobrinho e assumir o trono. Quando Simba se vê injustamente acusado pela morte de Mufasa, sua única chance de fugir dos seu remosso é se exilar das longicuoas Terras do Reino.Assim ele encontra abrigo junto a outros dois excluídos da sociedade, um javali chamado Pumba e um suricate chamado Timon, que lhe ensinam a filosofia do "Hakuna Matata" (sem preocupações). Anos depois, ao ser descoberto por Nala, sua amiga de infância, Simba tem que decidir se deve assumir suas responsabilidades como rei ou seguir com seu estilo de vida despreocupado.

KIZOMBA


KIZOMBA



Kizomba é um género musical e de dança originário de Angola, erradamente confundido com o Zouk, devido ao ritmo ser muito semelhante. Em Portugal a palavra "kizomba" é usada para qualquer tipo de música derivada do zouk, mesmo que não seja de origem angolana.
Nos anos 50/60 em Angola dançava-se nas grandes farras, conhecidas por "kizombadas" muitos estilos musicais tipicamente angolanos, como o Merengue angolano o Semba a Maringa e o Caduque (que deu origem à Rebita). O Kizomba, como dança, tem origem exactamente nessas farras, com dançarinos de renome como Mateus Pele do Zangado, João Cometa e Joana Perna Mbunco ou Jack Rumba que eram os mais conhecidos e escreviam no chão, as passadas notórias dos seus estilos de exibição ao ritmo do Semba. Estas passadas, evoluíram com o tempo para um estilo mais lento acompanhando também um ritmo menos corrido do Semba, já típico na década de 70 e conhecido por Semba lento, um ritmo menos tradicional mas mais do agrado dos jovens, tornando-se uma mescla de ritmos e de sabores, uma dança plena de calor e de sensualidade que propicia uma verdadeira cumplicidade e empatia entre os pares. Este estilo começou a evoluir entre 1980 e 1981 com grupos como Os Fachos, um grupo ligado às FAPLA e liderados por Abel da Samba e os Afro Sond Star que misturavam o Semba lento com a Kilapanda levando ao aparecimento do ritmo conhecido por Kizomba.
O termo Kizomba surge também ligado ao estilo em 1981, através do "Bibi o rei da passada", percussionista dos SOS, um grupo que juntando outros estilos, como o Merengue angolano, aos ritmos desenvolvidos pelos outros grupos contemporâneos, desenvolveram uma sonoridade mais apetecível e dançante que começou a circular pelas farras angolanas. Um dos membros deste grupo era Eduardo Paim que, após a dissolução dos SOS, se mudou para Portugal levando com ele o ritmo Kizomba, que começou a granjear adeptos em terras Lusas mas erradamente confundido com uma variante do Zouk.
Kizomba também pode significar festa do povo, tendo o nome origem nas danças dos negros que resistiram à escravidão. Era congregação, confraternização, resistência. Um chamado à luta por liberdade e por justiça. Kizomba era festa e resistência cultural de um povo. Era a exaltação da vida e da liberdade. É de notar que esta interpretação da palavra kizomba e da sua origem no kimbundo é relatada já em 1894 no Bulletin of the American Geographical Society of New York.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Diamante de Sangue


Serra Leoa, final da década de 90. O país está em plena guerra civil, com conflitos constantes entre o governo e a Força Unida Revolucionária (FUR). Quando uma tropa da FUR invade uma aldeia da etnia Mende, o pescador Solomon Vandy (Djimon Hounson) é separado de sua família, que consegue fugir. Solomon é levado a um campo de mineração de diamantes, onde é obrigado a trabalhar. Lá ele encontra um diamante cor-de-rosa, que tem cerca de 100 quilates. Solomon consegue escondê-lo em um pedaço de pano e o enterra, mas é descoberto por um integrante da FUR. Neste exato momento ocorre um ataque do governo, que faz com que Solomon e vários dos presentes sejam presos. Ao chegar na cadeia lá está Danny Archer (Leonardo DiCaprio), um ex-mercenário nascido no Zimbábue que se dedica a contrabandear diamantes para a Libéria, de onde são vendidos a grandes corporações. Danny ouve um integrante da FUR acusar Solomon de ter escondido o diamante e se interessa pela história. Ao deixar a prisão Danny faz com que Solomon também saia, propondo-lhe um trato: que ele mostre onde o diamante está escondido, em troca de ajuda para que possa encontrar sua família. Solomon não acredita em Danny mas, sem saída, aceita o acordo.




Rebecca Prates

Desmond Tutu


Desmond Tutu


Ao lado de Nelson Mandela, Desmond Tutu foi uma das figuras centrais do movimento contra o Apartheid. Ele iniciou centenas de protestos em locais públicos contra o governo sul-africano, mesmo assumindo posições altas no clero africano, Tutu continuou a lutar contra a segregação racial em seu país. Esse homem acabou por despertar a fúria dos governantes sul-africanos quando os comparou aos nazistas e comunistas. Como resultado de seus esforços para promover a igualdade na África do Sul, Desmond Tutu recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1984.

Por: Natália Burgos (nº 27) e Lucca Oliveira (nº 19) – Grupo 4

Sudão e Sudão do Sul


Sudão e Sudão do Sul

O Sudão, ou república do Sudão, é um país localizado na porção nordeste da África. Possui uma área de, aproximadamente, 1.885.068 Km², e uma população estimada de 44 Milhões de habitantes.
O seu PIB é de 107,8 Bilhões anuais, e o país possui um baixo IDH de 0,408. Possui também uma elevada taxa de analfabetismo de 40,1%, e um elevado índice de morte infantil, de cerca de 70 a cada 1000 nascimentos.
O Sudão está em guerra civil há 46 anos. Os prolongados períodos de seca, e a guerra, já deixaram mais de dois milhões de mortos na região.
O país é predominantemente muçulmano. A maior parte da população é islâmica, e uma pequena minoria veneram deuses indígenas ou é cristã.

Localização geográfica do Sudão.
Promover o desenvolvimento humano no Sudão do Sul é preciso garantir a segurança alimentar, afirma o Relatório das Nações Unidas. Documento traz pelo menos duas recomendações chaves: Melhorar a produção agrícola e dar poder às mulheres do campo para que elas possam aceder às informações sobre os mercados.
Na apresentação do documento em Juba, o diretor do «Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento» (UNDP), George Conway, disse que «no novo programa de ajuda para o desenvolvimento está a colocar a segurança alimentar no topo dos objetivos do Sudão do Sul» e que «conta com a ajuda do Governo local para que esta meta seja cumprida»
O relatório, intitulado Rumo a um Futuro de Segurança Alimentar, aponta que 54 nações africanas possuem sua segurança alimentar ameaçadas.
Apenas no Sudão do Sul, 4.7 milhões de pessoas (mais da metade da população) não tem garantias de alimentação e o deficit de cereais é de 470 mil toneladas.

Tratamento contra Aids na África do Sul


Tratamento contra Aids na África do Sul reduz transmissão em bebês


Quase um terço dos bebês do país nascia com HIV; hoje não passa de 4%. Tratamento com antirretrovirais ocorre na gestação e após o nascimento.Com apenas um ano de idade, Katakane ri e brinca nos braços da mãe soropositiva, enquanto um médico tenta examinar a menina no maior hospital público da África do Sul, em Soweto.São apenas exames de rotina. A menininha é saudável, graças a um tratamento que salvou milhares de bebês nascidos de mães portadoras do vírus causador da Aids."Minha bebê está ótima! Ela brinca, diz 'papai, mamãe'. Sim, ela está bem, está ótima", contou, radiante, Nandi (nome fictício), de 32 anos, comentando o alívio que sentiu quando soube que a filha não tinha sido infectada com o HIV.Dois anos atrás, enquanto estava grávida, Nandi ingressou em um programa de saúde pública concebido para evitar que mães soropositivas infectassem seus bebês com o vírus.O tratamento salvou até 70 mil crianças ao ano, segundo autoridades, uma grande história de sucesso diante das quase seis milhões de pessoas que vivem com HIV e Aids no país.Grávidas fazem o teste em clínicas de pré-natal, relatou a pediatra Avi Violari, no hospital Chris Hani Baragwanath, de Soweto."Se ela está contaminada com HIV, então oferecemos aconselhamento intensivo. E oferecemos tratamento durante a gravidez", explicou, enquanto crianças se penduram nas cadeiras azuis da unidade de pesquisa, aguardando os pais que fazem testes ou tratamento.As mães soropositivas recebem medicamentos antirretrovirais (ARV) durante a gravidez e após o nascimento, e possivelmente uma dose extra durante o trabalho de parto, dependendo a evolução o vírus. Tudo de graça.'É inacreditável', diz. Os remédios reduzem a carga viral no corpo da mãe, que por sua vez diminui o risco de a criança contrair HIV através do cordão umbilical ou por exposição aos fluidos corpóreos da mãe durante o parto ou a amamentação.O recém-nascido também recebe algumas gotas de ARV em xarope, como um reforço para combater a infecção.O êxito do tratamento tem sido uma bênção em um país onde metade dos 50 milhões de habitantes vive com menos de US$2 (R$ 4) por dia. Embora os antirretrovirais tenham reduzido o perfil da Aids de doença mortal a crônica nos países mais ricos, permitindo aos infectados manter um estilo de vida normal, o mesmo não ocorre nos países mais pobres, onde a sobrevivência pode ser uma luta cruel e diária em busca de alimentação e medicamentos adequados.Até uma década atrás, a África do Sul também era notoriamente resistente a fornecer medicamentos anti-Aids para as grávidas. O ex-presidente Thabo Mbeki, no poder na época, despertou críticas em todo o mundo por questionar se o HIV causava a Aids, bem como os diagnósticos e remédios ocidentais no combate ao vírus. Em 2002, no entanto, a Corte Constitucional determinou que os antirretrovirais fossem disponibilizados de graça para futuras mães com HIV.Atualmente, o programa sul-africano de ARV foi além das grávidas e agora é oferecido a 1,3 milhões de pessoas, constituindo-se o maior programa do tipo no mundo.Antes do lançamento do programa "Prevenção da Transmissão de Mãe para Filho (PMTCT, em inglês)", quase um terço dos bebês do país nascia com HIV, contraído de suas mães. As taxas de infecção agora caíram para menos de 4%, segundo números oficiais divulgados no ano passado."É inacreditável como as taxas de transmissão caíram. É realmente dramático", disse na capital, Pretória, Theresa Rossouw, doutora chefe em HIV do país.Autoridades de saúde internacionais comemoram o sucesso do programa."O programa PMTCT é o carro-chefe do governo sul-africano. É algo sobre o que eles podem dizer, 'Nós lideramos este programa'", disse Thapelo Maotoe, médica na agência de ajuda americana USAID, que financiou com mais de US$3,3 bilhões o tratamento contra HIV/Aids na África do Sul desde 2004.Os resultados representam uma boa notícia em um país onde a metade dos bebês soropositivos não consegue chegar aos cinco anos de idade, por causa da pobreza generalizada. 

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

ETNOCENTRISMO


                  
ETNOCENTRISMO              


Etnocentrismo é um conceito antropológico que ocorre quando um determinado individuo ou grupo de pessoas, que têm os mesmos hábitos e caráter social, discrimina outro, julgando-se melhor, seja pela sua condição social, pelos diferentes hábitos ou manias, ou até mesmo por uma diferente forma de se vestir.
Essa avaliação é, por definição, preconceituosa, feita a partir de um ponto de vista específico. Basicamente, encontramos em tal posicionamento um grupo etino considerar-se como superior a outro. Do ponto de vista intelectual, etnocentrismo é a dificuldade de pensar a diferença, de ver o mundo com os olhos dos outros.
O fato de que o ser humano vê o mundo através de sua cultura tem como consequência a propensão em considerar o seu modo de vida como o mais correto e o mais natural. Tal tendência, denomindada etnocentrismo, é responsável em seus casos extremos pela ocorrência de numerosos conflitos sociais.
Não existem grupos superiores ou inferiores, mas grupos diferentes. Um grupo pode ter menordesenvolvimento tecnológico, se comparado a outro mas, possivelmente, é mais adaptado a determinado ambiente, além de não possuir diversos problemas que esse grupo "superior" possui.
A tendência do ser humano nas sociedade é de repudiar ou negar tudo que lhe é diferente ou não está de acordo com suas tendências, costumes e hábitos. Na civilização grega, o babáro, era o que "transgredia" toda a lei e costumes da época; este termo é, portanto, etimologicamente semelhante ao selvagem na sociedade ocidental.
O costume de discriminar os que são diferentes, porque pertencem a outro grupo, pode ser encontrado dentro de uma sociedade. Agressões verbais, e até físicas, praticadas contra os estranhos que se arriscam em determinados bairros periféricos de nossas grandes cidades é um dos exemplo.
Incluem-se aqui as pessoas que observam as outras culturas em função da sua propria cultura, tomando-a como padrão para valorizar e hierarquizar as restantes.
Comportamentos etnocêntricos resultam também em apreciações negativas dos padrões culturais de povos diferentes. Práticas de outros sistemas culturais são catalogadas como absurdas, deprimentes e imorais.


A LENDA DA GIRAFA



A LENDA DA GIRAFA



Há muito, muito tempo, a girafa era um animal igual aos outros, com um pescoço de tamanho normal. Houve então uma terrível seca. Os animais comeram toda a erva que havia, até mesmo as ervas secas e duras, e andavam quilômetros para ter água para beber. Um dia, a Girafa encontrou o seu amigo Rinoceronte. Estava muito calor e ambos percorriam lentamente o caminho que levava ao bebedouro mais próximo e lamentavam-se.- Ah, meu amigo - disse a Girafa, - vê só... Tantos animais a escavar o chão à procura de comida... Está tudo seco, mas as acácias mantêm-se verdes.- Hum, hum - disse o Rinoceronte (que não era - e ainda não é - muito falador). - Seria tão bom - disse a Girafa - poder chegar aos ramos mais altos, às folhas tenras. Há muita comida mas não conseguimos lá chegar porque não conseguimos subir às árvores.O Rinoceronte olhou para cima e concordou, abanando a cabeça:- Talvez devêssemos ir falar como o Feiticeiro. Ele é sábio e poderoso.- Que bela ideia! - disse a Girafa. - Sabes onde fica a casa do Feiticeiro?O Rinoceronte acenou afirmativamente e os dois amigos dirigiram-se para a casa do Feiticeiro após matarem a sede. Depois de uma caminhada longa e cansativa, os dois chegaram a casa do Feiticeiro e explicaram-lhe ao que vinham.Depois de os ouvir, o Feiticeiro deu uma gargalhada e disse:- Isso é muito fácil. Voltem amanhã ao meio-dia e eu dar-vos-ei uma erva mágica. Ela fará com que os vossos pescoços e as vossas pernas cresçam. Assim, poderão comer as folhas tenras das acácias.No dia seguinte, só a Girafa chegou à cabana na hora marcada. O Rinoceronte, que não era lá muito esperto, encontrou um tufo de erva ainda verde e ficou tão contente que se esqueceu do compromisso. Cansado de esperar pelo Rinoceronte, o Feiticeiro deu a erva mágica à Girafa e desapareceu. A Girafa comeu sozinha uma dose preparada para dois. Sentiu imediatamente uma sensação estranha nas suas pernas e pescoço e viu que o chão estava a afastar-se rapidamente. “Que engraçado!” pensou a Girafa, fechando os olhos pois começava a sentir-se tonta. Passado algum tempo abriu lentamente os olhos. Como o mundo tinha mudado! As nuvens estavam mais perto e ela conseguia ver longe, muito longe. A Girafa olhou para as suas longas pernas, moveu o seu pescoço longo e gracioso e sorriu. À sua frente estava uma acácia bem verdinha... A Girafa deu dois passos e comeu as suas primeiras folhas.Após terminar a sua refeição, o Rinoceronte lembrou-se do compromisso e correu o mais depressa que pôde para a casa do Feiticeiro. Tarde demais! Quando lá chegou já a Girafa comia, regalada, as folhas da acácia. Quando o feiticeiro lhe disse que já não havia mais ervas mágicas, o Rinoceronte ficou furioso, pois pensou que tinha sido enganado e não que fora o seu enorme atraso que o tinha prejudicado. Tão furioso ficou que perseguiu o Feiticeiro pela savana fora. Diz-se que foi a partir desse dia que o Rinoceronte, zangado com as pessoas, as persegue sempre que vê uma perto de si."


Juliana Lins


Zumbi dos Palmares


Zumbi dos Palmares


Zumbi dos Palmares nasceu no estado de Alagoas no ano de 1655. Foi um dos principais representantes da resistência negra à escravidão na época do Brasil Colonial. Foi líder do Quilombo dos Palmares, comunidade livre formada por escravos fugitivos das fazendas. O Quilombo dos Palmares estava localizado na região da Serra da Barriga, que, atualmente, faz parte do município de União dos Palmares (Alagoas). Na época em que Zumbi era líder, o Quilombo dos Palmares alcançou uma população de aproximadamente trinta mil habitantes. Nos quilombos, os negros viviam livres, de acordo com sua cultura, produzindo tudo o que precisavam para viver.
Embora tenha nascido livre, foi capturado quando tinha por volta de sete anos de idade. Entregue a um padre católico, recebeu o batismo e ganhou o nome de Francisco. Aprendeu a língua portuguesa e a religião católica, chegando a ajudar o padre na celebração da missa. Porém, aos 15 anos de idade, voltou para viver no quilombo.

No ano de 1675, o quilombo é atacado por soldados portugueses. Zumbi ajuda na defesa e destaca-se como um grande guerreiro. Após um batalha sangrenta, os soldados portugueses são obrigados a retirar-se para a cidade de Recife. Três anos após, o governador da província de Pernambuco aproxima-se do líder Ganga Zumba para tentar um acordo, Zumbi coloca-se contra o acordo, pois não admitia a liberdade dos quilombolas, enquanto os negros das fazendas continuariam aprisionados.

Em 1680, com 25 anos de idade, Zumbi torna-se líder do quilombo dos Palmares, comandando a resistência contra as topas do governo. Durante seu “governo” a comunidade cresce e se fortalece, obtendo várias vitórias contra os soldados portugueses. O líder Zumbi mostra grande habilidade no planejamento e organização do quilombo, além de coragem e conhecimentos militares.

O bandeiranteas Domingos Jorge Velho organiza, no ano de 1694, um grande ataque ao Quilombo dos Palmares. Após uma intensa batalha, Macaco, a sede do quilombo, é totalmente destruída. Ferido, Zumbi consegue fugir, porém é traído por um antigo companheiro e entregue as tropas do bandeirante. Aos 40 anos de idade, foi degolado em 20 de novembro de 1695.

Zumbi é considerado um dos grandes líderes de nossa história. Símbolo da resistência e luta contra a escravidão, lutou pela liberdade de culto, religião e pratica da cultura africana no Brasil colonial. O dia de sua morte, 20 de novembro, é lembrado e comemorado em todo o território nacional como o Dia da Consciência Negra.

Na data em que a população comemora a saga de Zumbi dos Palmares, símbolo da luta dos negros brasileiros, o 20 de novembro, ainda dividem opiniões. Uns acham que é um momento de reflexão do nosso papel na construção de uma sociedade democrática, outros acham que interferirá no trabalho de conscientização que tem sido realizado nas escolas e em outros espaços durante a data. E até hoje isso é discutido, até porque Salvador é que é a cidade mais negra fora da África. Na data em que a população comemora a saga de Zumbi dos Palmares, símbolo da luta dos negros brasileiros, o 20 de novembro, ainda dividem opiniões. Uns acham que é um momento de reflexão do nosso papel na construção de uma sociedade democrática, outros acham que interferirá no trabalho de conscientização que tem sido realizado nas escolas e em outros espaços durante a data. E até hoje isso é discutido, até porque Salvador é que é a cidade mais negra fora da África.


Lucas Fraife e Lissandra Luna