O Bloco-afro Ara Ketu
ou Povo de Ketu fundado em 8 de março de 1989 por moradores do subúrbio
ferroviário de Periperi de Salvador na Bahia foi um dos primeiros blocos a
mudar de estilo musical saindo da estética afro para o ritmos mestiços como o
Pagode e o Axé no ano de 1990. Teve seu grande auge na dácada de 90, com
sucessos como as músicas pipoca, mal acostumado e sempre será. Hoje, o Ara Ketu é um grupo de reconhecimento mundial. Mas isso não
traz acomodação. Pelo contrário, cada vez mais propõe novos desafios,
revitalizando a tradição e levando a música negra para novas direções. Sem
dúvidas, é uma marca afro de muita cultura, que faz a diferença na vida dos
baianos e turistas que convivem com as expressões artísticas da banda, trazendo
para nós um sentimento de alegria e orgulho em relação às nossas origens
africanas.Turma G
- Afrolog
- Salvador, Bahia, Brazil
- O Colégio Antônio Vieira produz um projeto cultural sobre a África, com a intensão de caracterizar suas belezas,gostos e cores!
Categorias
- Africa (13)
- cultura (20)
- curiosidades (43)
- Entrevista (2)
- filmes (7)
- História (19)
- Perguntas (1)
- trabalhos (13)
- Videos (8)
Postagens populares
Africanos: Um povo multicolorido!
Enquete
Enquete
Enquete
My playlist
Mostrando postagens com marcador trabalhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador trabalhos. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Ara Ketu
Published :
quarta-feira, agosto 29, 2012
Author :
Afrolog
O Bloco-afro Ara Ketu
ou Povo de Ketu fundado em 8 de março de 1989 por moradores do subúrbio
ferroviário de Periperi de Salvador na Bahia foi um dos primeiros blocos a
mudar de estilo musical saindo da estética afro para o ritmos mestiços como o
Pagode e o Axé no ano de 1990. Teve seu grande auge na dácada de 90, com
sucessos como as músicas pipoca, mal acostumado e sempre será. Hoje, o Ara Ketu é um grupo de reconhecimento mundial. Mas isso não
traz acomodação. Pelo contrário, cada vez mais propõe novos desafios,
revitalizando a tradição e levando a música negra para novas direções. Sem
dúvidas, é uma marca afro de muita cultura, que faz a diferença na vida dos
baianos e turistas que convivem com as expressões artísticas da banda, trazendo
para nós um sentimento de alegria e orgulho em relação às nossas origens
africanas.Curiosidades da África
Published :
quarta-feira, agosto 29, 2012
Author :
Afrolog
África
Curiosidades
O continente africano ocupa o segundo lugar em extensão no
planeta
É o continente mais quente, tendo desertos abrasadores,
densas florestas tropicais e extensas savanas cheias de vida.
Com culturas muito variadas, os habitantes vivem na sua
maioria no campo, sendo cada vez mais os que vão para as cidades em busca
de trabalho.
Este continente está ligado à Ásia e só um estreito o separa
da Europa, o estreito de Gibraltar.
O Saara é o maior deserto do planeta e cobre quase um terço
do continente africano onde se encontram as dunas mais altas do mundo.
Os diamantes amis valiosos provêm das minas de África do
Sul, encontram-se enterrados em grande profundidade no subsolo.
O maior rio do mundo é o Nilo, com 6650 quilômetros de
comprimento. Nasce simultaneamente em Uganda e na Tanzânia, atravessa Sudão e
Egito e desemboca no Mar Mediterrâneo. Banha uma área total de 3 milhões 349
mil quilômetros quadrados, ou seja, uma décima parte da superfície total do
continente africano.
Esse continente é muito extenso tem cerca de 30 milhões de
km², cobrindo 20,3 % da área total da terra firme do planeta.
Os elefantes africanos, além de curiosos, batem o recorde de
maior animal terrestre, com até 3,7 metros de altura e 7 toneladas! Cada
elefante africano consome, diariamente, 150 kg de comida. Eles vivem em grupos,
nas savanas da África, até 60 anos.
A África tornou-se um destino de turismo de intenso
movimento, principalmente nas últimas décadas, quando a tendência do ecoturismo
tornou-se mania internacional.
Dono de um folclore diversificado, de uma cultura formada
por diversas etnias e por sua grande extensão que permite uma riqueza de natureza incomparável.
Celso Eduardo
Caçados
Published :
quarta-feira, agosto 29, 2012
Author :
Afrolog
Caçados
Sinopse:
Uma família resolve viajar para África. Lá eles resolvem
fazer um safári em uma reserva. Com isso viajam apenas os dois filhos e a
madrasta deles, a nova esposa de seu pai. Porem o guia decide levá-los por um
caminho alternativo. Eles param ao chegar a um Rio. Porem um grupo de leões os
ataca e mata o guia. E apartir daí os leões passam a perseguir eles.
E a relação disso com a África é que o filme se passa em uma
reserva natural da África e mostram os hábitos dos leões, animais muito
conhecidos na África.
João Victor Gonzalez
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Relação histórica
Published :
segunda-feira, agosto 20, 2012
Author :
Afrolog
Relação histórica e atual entre o Brasil e a
África
A África sempre teve uma relação com o Brasil pois a maioria dos negros
encontrados lá vinham para o nosso país
para ser escravo.A relação foi muito intensa pois trouxe para esse país(Brasil)
vários costumes e religiões que criaram a diversa cultura brasileira. Hoje no
Brasil está espalhado pelos quatro quantos desse enorme país os habitantes do
continente africano e os seus habitos até no dicionário encontramos palavras
originadas na África que foi trazida para o Brasil junto com os Àfricanos.
Depois de tanto tempo a relação entre o Brasil e o continente africano continua
não mais por conta da exploração de escravos. No continente americano (América
do Sul), o Brasil é um dos países que estão dando maior apoio ao continente
africano, criando várias parcerias em diferentes campos [...]. Essas parcerias
estão nas áreas da Agricultura, Política, Saúde, Cultura, Educação, Esportes,
etc. Por isso podemos afirmar que a relação de cooperação entre Brasil e África
é muito boa, pois é um processo que tem se desenvolvido muito bem entre os
governosdas duas partes.
Entre todas os estados brasileiros a que mais os costumes africanos
marcaram foi o estado da Bahia onde tinha um forte de onde chegava vários escravos
trazidos da Àfrica para trabalhar. Por isso podemos afirmar que até hoje
(século XXI) a bahia está sendo o estado mais exemplar para citar a relação
entre Brasil e àfrica.
Importancia dos museus
Published :
segunda-feira, agosto 20, 2012
Author :
Afrolog
Importancia dos museus Afro-Brasileiros
Os museus de Salvador e de São Paulo
assim como nas casas do Benin e de Angola são muito importantes para a
sociedade. Esses museus mostram artes da cultira afro que está inclusa na
cultura brasileira. Vários descendentes de africanos que moram agira no Brasil
executam essa arte para mostrar mais as pessoas que na África não tem apenas
fome, mizeria e doenças. esses artistas expressam suas artes mostrando as
belezas da África eretratando também as suas religiões que são diversas.
Um exemplo é o artista Carybé que sempre retrata a África através de
pinturas e artes plásticas como é o caso dessa obra criado por ele.
A exposição apresenta fotos de pinturas, desenhos, esculturas,
ilustrações e esboços que marcaram a arte brasileira do século XX e a
trajetória deste artista que viveu parte de sua vida na cidade de São Salvador,
Bahia. A arquitetura, o negro, as yalorixás, os orixás. A ele são creditadas as
principais representações simbólicas e míticas do universo africano da Bahia,
resultado de sua vivência e dedicação à terra que adotou. Carybé morreu no dia
2 de outubro de 1997, em Salvador.
Dia da Consciência negra
Published :
segunda-feira, agosto 20, 2012
Author :
Afrolog
Dia da Consciência negra (20 de novembro)
A lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, incluiu o dia 20 de
novembro no calendário escolar, data em que comemoramos o Dia Nacional da
Consciência Negra. A mesma lei também tornou obrigatório o ensino sobre História
e Cultura Afro-Brasileira. Nas escolas as aulas sobre os temas: História da
África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o
negro na formação da sociedade nacional, propiciarão o resgate das
contribuições dos povos negros nas áreas social, econômica e política ao longo
da história do país.
Nas cidades do Rio de Janeiro em são paulo nesse dia fica
sendo feriado; já em Salvador cidade que habita mais negros, costumes e etnias
afro-brasileiras não tem feriado. O que vendo por esse lado é um absurdo pois
pelo menos na primeira capital do Brasil poderia existir o feriado nesse dia.
África: Continente foi o menos beneficiado com a globalização
Published :
segunda-feira, agosto 20, 2012
Author :
Afrolog
África: Continente foi o menos beneficiado com a
globalização
A África é hoje um continente pouco urbanizado, a
alimentação se baseia predominantemente no extrativismo vegetal e na caça, e a
população rural vive em habitações de barro e palha. Conservam-se tradições
primitivas e, embora islamismo, catolicismo e protestantismo estejam presentes
entre a população, o espírito de milhões de africanos é fortemente guiado pelo
animismo.
Todos os países possuem graves problemas sociais básicos como alimentação, saúde, moradia e educação, a maioria sem perspectivas de solução a curto e médio prazos. O que a globalização tem a ver com o continente africano?
O processo de globalização que hoje domina o cenário da economia internacional caracteriza-se pelo investimento dos grandes capitais em países de economia emergente, onde a possibilidade de lucro mostra-se maior. No entanto, nem todas as economias nacionais são alvo de interesse por parte dos principais investidores.
Nesse contexto, encaixa-se a maior parte dos países africanos, que está à margem desse processo. Atualmente, o capital disponível para investimento tem como preferência a América Latina, os países do Leste Europeu e asiáticos. Isso é um problema para a África, pois, sem esse capital, dificilmente se desenvolverá, devido à precariedade estrutural em que se encontra. Do ponto de vista histórico, a vinculação africana ao mercado internacional foi desastrosa e desorganizadora da economia tribal, já que a relação dos países economicamente hegemônicos com o continente sempre foi exploradora e predatória. Durante o mercantilismo, o principal papel desempenhado pela África em relação ao mercado mundial foi o de fornecedor de mão-de-obra para o sistema escravocrata.
Na fase contemporânea da história, o interesse europeu volta-se para a expansão capitalista na forma de um neocolonialismo que submeterá o continente aos interesses exploratórios de recursos naturais e de mercado.
Quando o colonialismo termina, a independência pouco altera a situação da população, uma vez que a maior parte dos Estados Nacionais é opressora e perdulária, dominada seja por civis, seja por militares. Além disso, os constantes conflitos étnicos colaboram para agravar a situação, gerando gastos e instabilidade política que retardam ainda mais o desenvolvimento. Os efeitos de quase cinco séculos de exploração e estagnação justificam o isolamento africano. A defasagem de seu desenvolvimento social e econômico é imensa, inviabilizando sua inserção no processo de globalização.
Todos os países possuem graves problemas sociais básicos como alimentação, saúde, moradia e educação, a maioria sem perspectivas de solução a curto e médio prazos. O que a globalização tem a ver com o continente africano?
O processo de globalização que hoje domina o cenário da economia internacional caracteriza-se pelo investimento dos grandes capitais em países de economia emergente, onde a possibilidade de lucro mostra-se maior. No entanto, nem todas as economias nacionais são alvo de interesse por parte dos principais investidores.
Nesse contexto, encaixa-se a maior parte dos países africanos, que está à margem desse processo. Atualmente, o capital disponível para investimento tem como preferência a América Latina, os países do Leste Europeu e asiáticos. Isso é um problema para a África, pois, sem esse capital, dificilmente se desenvolverá, devido à precariedade estrutural em que se encontra. Do ponto de vista histórico, a vinculação africana ao mercado internacional foi desastrosa e desorganizadora da economia tribal, já que a relação dos países economicamente hegemônicos com o continente sempre foi exploradora e predatória. Durante o mercantilismo, o principal papel desempenhado pela África em relação ao mercado mundial foi o de fornecedor de mão-de-obra para o sistema escravocrata.
Na fase contemporânea da história, o interesse europeu volta-se para a expansão capitalista na forma de um neocolonialismo que submeterá o continente aos interesses exploratórios de recursos naturais e de mercado.
Quando o colonialismo termina, a independência pouco altera a situação da população, uma vez que a maior parte dos Estados Nacionais é opressora e perdulária, dominada seja por civis, seja por militares. Além disso, os constantes conflitos étnicos colaboram para agravar a situação, gerando gastos e instabilidade política que retardam ainda mais o desenvolvimento. Os efeitos de quase cinco séculos de exploração e estagnação justificam o isolamento africano. A defasagem de seu desenvolvimento social e econômico é imensa, inviabilizando sua inserção no processo de globalização.
É uma pena como um continente tão rico tanto em cultura
quanto em recursos naturais esteja sofrendo com as conseqüências da inevitável
globalização. Parte da culpa dessa situação está na população mundial que ainda
vê a África como um lugar onde só há pobreza, doenças e miséria.
África
Published :
segunda-feira, agosto 20, 2012
Author :
Afrolog
http://youtu.be/zhtXtWxQCZs
Victoria Brito e Natália Burgos
REI LEÃO
Published :
segunda-feira, agosto 20, 2012
Author :
Afrolog
O REI LEÃO
Sinopse:
KIZOMBA
Published :
segunda-feira, agosto 20, 2012
Author :
Afrolog
KIZOMBA
Kizomba é um género musical e de dança originário de Angola,
erradamente confundido com o Zouk, devido ao ritmo ser muito semelhante. Em
Portugal a palavra "kizomba" é usada para qualquer tipo de música
derivada do zouk, mesmo que não seja de origem angolana.
Nos anos 50/60 em Angola
dançava-se nas grandes farras, conhecidas por "kizombadas" muitos
estilos musicais tipicamente angolanos, como o Merengue angolano o Semba
a Maringa e o Caduque (que deu
origem à Rebita). O Kizomba,
como dança, tem origem exactamente nessas farras, com dançarinos de renome como
Mateus Pele do Zangado, João Cometa e Joana Perna Mbunco ou Jack Rumba que eram
os mais conhecidos e escreviam no chão, as passadas notórias dos seus estilos
de exibição ao ritmo do Semba. Estas passadas, evoluíram com o tempo para um
estilo mais lento acompanhando também um ritmo menos corrido do Semba, já
típico na década de 70 e conhecido por Semba lento,
um ritmo menos tradicional mas mais do agrado dos jovens, tornando-se uma
mescla de ritmos e de sabores, uma dança plena de calor e de sensualidade que
propicia uma verdadeira cumplicidade e empatia entre os pares. Este estilo
começou a evoluir entre 1980 e 1981 com grupos como Os Fachos, um grupo
ligado às FAPLA e liderados por Abel da Samba e os Afro Sond Star que
misturavam o Semba lento com a Kilapanda levando ao
aparecimento do ritmo conhecido por Kizomba.
O termo
Kizomba surge também ligado ao estilo em 1981, através do "Bibi o rei da
passada", percussionista dos SOS,
um grupo que juntando outros estilos, como o Merengue angolano, aos ritmos
desenvolvidos pelos outros grupos contemporâneos, desenvolveram uma sonoridade
mais apetecível e dançante que começou a circular pelas farras angolanas. Um
dos membros deste grupo era Eduardo Paim que, após a dissolução dos
SOS, se mudou para Portugal levando com ele o ritmo Kizomba,
que começou a granjear adeptos em terras Lusas mas erradamente confundido com uma variante do Zouk.
Kizomba
também pode significar festa do povo, tendo o nome origem nas danças dos negros
que resistiram à escravidão. Era congregação, confraternização, resistência. Um
chamado à luta por liberdade e por justiça. Kizomba era festa e resistência
cultural de um povo. Era a exaltação da vida e da liberdade. É de notar que
esta interpretação da palavra kizomba e da sua origem no kimbundo é relatada já em 1894
no Bulletin of the American Geographical Society of New York.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Diamante de Sangue
Published :
quinta-feira, agosto 09, 2012
Author :
Afrolog

Serra Leoa, final da década de 90. O país está em plena
guerra civil, com conflitos constantes entre o governo e a Força Unida
Revolucionária (FUR). Quando uma tropa da FUR invade uma aldeia da etnia Mende,
o pescador Solomon Vandy (Djimon Hounson) é separado de sua família, que
consegue fugir. Solomon é levado a um campo de mineração de diamantes, onde é
obrigado a trabalhar. Lá ele encontra um diamante cor-de-rosa, que tem cerca de
100 quilates. Solomon consegue escondê-lo em um pedaço de pano e o enterra, mas
é descoberto por um integrante da FUR. Neste exato momento ocorre um ataque do
governo, que faz com que Solomon e vários dos presentes sejam presos. Ao chegar
na cadeia lá está Danny Archer (Leonardo DiCaprio), um ex-mercenário nascido no
Zimbábue que se dedica a contrabandear diamantes para a Libéria, de onde são
vendidos a grandes corporações. Danny ouve um integrante da FUR acusar Solomon
de ter escondido o diamante e se interessa pela história. Ao deixar a prisão
Danny faz com que Solomon também saia, propondo-lhe um trato: que ele mostre
onde o diamante está escondido, em troca de ajuda para que possa encontrar sua
família. Solomon não acredita em Danny mas, sem saída, aceita o acordo.
Rebecca Prates
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Zumbi dos Palmares
Published :
quinta-feira, agosto 02, 2012
Author :
Afrolog
Zumbi dos
Palmares

Zumbi dos Palmares nasceu no estado de Alagoas no ano de
1655. Foi um dos principais representantes da resistência negra à escravidão na
época do Brasil Colonial. Foi líder do Quilombo dos Palmares, comunidade livre
formada por escravos fugitivos das fazendas. O Quilombo dos Palmares estava localizado
na região da Serra da Barriga, que, atualmente, faz parte do município de União
dos Palmares (Alagoas). Na época em que Zumbi era líder, o Quilombo dos
Palmares alcançou uma população de aproximadamente trinta mil habitantes. Nos
quilombos, os negros viviam livres, de acordo com sua cultura, produzindo tudo
o que precisavam para viver.
Embora tenha nascido livre, foi capturado quando tinha por
volta de sete anos de idade. Entregue a um padre católico, recebeu o batismo e
ganhou o nome de Francisco. Aprendeu a língua portuguesa e a religião católica,
chegando a ajudar o padre na celebração da missa. Porém, aos 15 anos de idade,
voltou para viver no quilombo.
No ano de 1675, o quilombo é atacado por soldados
portugueses. Zumbi ajuda na defesa e destaca-se como um grande guerreiro. Após
um batalha sangrenta, os soldados portugueses são obrigados a retirar-se para a
cidade de Recife. Três anos após, o governador da província de Pernambuco
aproxima-se do líder Ganga Zumba para tentar um acordo, Zumbi coloca-se contra
o acordo, pois não admitia a liberdade dos quilombolas, enquanto os negros das
fazendas continuariam aprisionados.
Em 1680, com 25 anos de idade, Zumbi torna-se líder do quilombo dos
Palmares, comandando a resistência contra as topas do governo. Durante seu
“governo” a comunidade cresce e se fortalece, obtendo várias vitórias contra os
soldados portugueses. O líder Zumbi mostra grande habilidade no planejamento e
organização do quilombo, além de coragem e conhecimentos militares.
O bandeiranteas Domingos
Jorge Velho organiza, no ano de 1694, um grande ataque ao Quilombo dos
Palmares. Após uma intensa batalha, Macaco, a sede do quilombo, é totalmente
destruída. Ferido, Zumbi consegue fugir, porém é traído por um antigo
companheiro e entregue as tropas do bandeirante. Aos 40 anos de idade, foi
degolado em 20 de novembro de 1695.
Zumbi é considerado um dos grandes líderes de nossa
história. Símbolo da resistência e luta contra a escravidão,
lutou pela liberdade de culto, religião e pratica da cultura africana no Brasil colonial. O dia de sua
morte, 20 de novembro, é lembrado e comemorado em todo o território nacional
como o Dia da Consciência Negra.
Na data em que a população comemora a saga de Zumbi dos
Palmares, símbolo da luta dos negros brasileiros, o 20 de novembro, ainda
dividem opiniões. Uns acham que é um momento de reflexão do nosso papel na
construção de uma sociedade democrática, outros acham que interferirá no
trabalho de conscientização que tem sido realizado nas escolas e em outros
espaços durante a data. E até hoje isso é discutido, até porque Salvador é que
é a cidade mais negra fora da África. Na data em que a população comemora a saga
de Zumbi dos Palmares, símbolo da luta dos negros brasileiros, o 20 de
novembro, ainda dividem opiniões. Uns acham que é um momento de reflexão do
nosso papel na construção de uma sociedade democrática, outros acham que
interferirá no trabalho de conscientização que tem sido realizado nas escolas e
em outros espaços durante a data. E até hoje isso é discutido, até porque
Salvador é que é a cidade mais negra fora da África.
Lucas Fraife e Lissandra Luna
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)


















